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Kalil abraça a cultura popular de Belo Horizonte

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O candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, tem caminhado na busca por uma Prefeitura de diálogo com diversas áreas de atuação. Junto do vice, o deputado Paulo Lamac (Rede), Kalil se reuniu com dois importantes grupos da cultura popular da capital. No Comitê Central da campanha, a dupla recebeu representantes dos blocos caricatos e escolas de samba do Carnaval e dos quadrilheiros, do Arraiá de Belô, para ouvirem as demandas do segmentos. Nos dois encontros, Kalil e Lamac apresentaram grande preocupação em valorizar a cultura local.

Quadrilheiros

Representantes do movimento junino falaram dos problemas enfrentados pelos 60 grupos de quadrilhas e a falta de apoio da Prefeitura. Os grupos gastam, em média, 30 mil reais para se apresentarem na festa junina de Belo Horizonte. A Prefeitura contribui com apenas R$ 8.600,00. “O pipoqueiro ganha dinheiro, a barraca das bebidas, todo mundo, e vocês só gastam? Isso está errado. O evento (Arraiá de Belô) tem que ser de vocês”, disse Kalil, que ganhou muitos aplausos.

Kalil_Quadrilha_StenioLima-4O envolvimento da chapa com a cultura vem de longa data. Com dois mandatos como vereador e dois mandatos como deputado estadual, Paulo Lamac, vice da chapa, sempre teve atenção voltada para o segmento. “Eu tô muito confortável para falar com vocês porque eu acho que o Paulo Lamac é quem gosta de quadrilha e é ele que vai mandar nesse assunto como vice-prefeito”, disse Kalil.

A parceria também agrada e tranquiliza os quadrilheiros. “Quando a gente viu que o Paulo seria o vice, todo mundo ficou feliz. Agora, nós temos certeza de que o nosso movimento vai ser olhado. Nosso sonho continua, de um prefeito que valoriza e respeita a cultura popular”, contou o funcionário público e presidente da União Junina, Jackson Nantes.

Carnaval

Os blocos e escolas de samba levantaram um novo problema para a Coligação Pra BH Funcionar. Para os artistas, que atuam anualmente no Carnaval belo-horizontino, um grande problema hoje é quem cuida do evento. “Hoje a grande dependência nossa se chama Belotur. Em oito anos, tivemos que tratar com sete presidentes diferentes, que não entendem de Carnaval. Assim fica difícil para o evento se desenvolver”, disse Jairo Alves, representante de um dos blocos caricatos.

Kalil garante que o problema será resolvido em sua gestão, com organização e união. “Tem que unir todo mundo pra fortalecer o movimento. O responsável pela cultura é quem vai cuidar de quadrilha, de Carnaval, de balé e de teatro. Nós vamos ter o compromisso inicial de passar a cultura para as mãos da cultura. É um equívoco o Carnaval estar nas mãos da Belotur. Quem tem que cuidar disso é a cultura! O turismo vai ser, no máximo, parceiro”, afirmou o candidato.